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Sábado, Maio 20, 2006


A NOIVA CADÁVER
[ou Não Se Pode Ter Tudo]




Eu adoro Tim Burton e sua estética maravilhosa, e estava indo tudo muito bem, até que tudo ficou muito chato e eu fui dormir.
Mas, ok,o filme é visualmente lindo mesmo assim.

Ficha Técnica
Título Original: Corpse Bride
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 78 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2005
Site Oficial: www.anoivacadaver.com.br
Estúdio: Warner Bros. / Tim Burton Animation Co. / Will Vinton Studios
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Tim Burton e Mike Johnson
Roteiro: Caroline Thompson, baseado em roteiro de John August e Pamela Pettler
Produção: Allison Abbate e Tim Burton
Música: Mike Adams e Danny Elfman
Fotografia: Pete Kozachik
Desenho de Produção: Alex McDowell
Direção de Arte: Nelson Lowry
Edição: Jonathan Lucas
Efeitos Especiais: The Moving Picture Company

Criado e editado por ju em 11:34 | pipoca?


A ESTRANHA FAMÍLIA DE IGGBY
[Ou Hum... Bom...É...]


"É só eu e você...só eu e você..."



Resumindo, tem umas cenas que eu gosto muito, Susan Sarandon faz tudo direito e tinha tudo pra ser um bom filme sobre relações. Mas não é.

Ficha Técnica
Título Original: Igby Goes Down
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 98 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2002
Site Oficial: www.igbygoesdown.com
Estúdio: Atlantic Streamline / Crossroads Films / Igby Productions Inc.
Distribuição: United Artists / Metro-Goldwyn-Mayer Distributing Corporation
Direção: Burr Steers
Roteiro: Burr Steers
Produção: Lisa Tornell e Marco Weber
Fotografia: Uwe Fahrenkrog Petersen
Desenho de Produção: Kevin Thompson
Direção de Arte: Roswell Hamrick
Figurino: Sarah Edwards
Edição: William M. Anderson

Criado e editado por ju em 11:28 | pipoca?


ASSASSINOS POR NATUREZA
[ou Reprise Sabe Lá Deus Qual Número 02]


"i guess i was born... naturally born, born bad..."



Porque pra mim é um filme incompreendido, que é muito mais uma crítica, à mídia principalmente, entre outras coisas, do que só um filme violento sobre serial killers. A fotografia me agrada, os efeitos me agradam, o dedo de Quentin Tarantino no filme [obviamente] me agrada, as atuações me agradam, a trilha me agrada e posso dizer, sem ter que pensar muito, e a despeito de toda a confusão na época de seu lançamento, que é meu Oliver Stone Preferido.

Ficha Técnica
Título Original: Natural Born Killers
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 122 min.
Ano de Lançamento: 1994
Distribuição: WGA
Direção: Oliver Stone
Roteiro: Quentin Tarantino e David VelozDaniela Thomas
Música: Quentin Tarantino

Criado e editado por ju em 11:23 | pipoca?


CABRA CEGA
[Ou Roda Viva]


"Mandar chumbo, mandar chumbo e mandar chumbo."



Desde o trailler, visto antes de um filme que eu nem me lembro mais qual, eu já sabia que o segundo longa de Toni Venturi tinha tudo pra me agradar. Desde a direção de arte, e eu juro que queria morar naquele apartamento, passando pela trilha até a própria história, porque todo mundo sabe que eu teria participado da ¿revolução¿. Fácil, fácil.
Premiações:
- Ganhou 5 Candangos de Ouro no Festival de Brasília, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Júri Popular, Melhor Diretor, Melhor Ator (Leonardo Medeiros), Melhor Roteiro e Melhor Direção de Arte.
- Ganhou o Prêmio Especial pela Pesquisa Histórica, no Festival de Brasília.
- Ganhou o prêmio de Melhor Filme - Júri Popular, no Festival de Campo Grande.

Ficha Técnica
Título Original: Cabra Cega
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 107 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2005
Site Oficial: www.cabracega.com.br
Estúdio: Olhar Imaginário
Distribuição: Europa Filmes
Direção: Toni Venturi
Roteiro: Di Moretti, baseado em argumento de Fernando Bonassi, Roberto Moreira e Victor Navas
Produção: Toni Venturi
Música: Fernanda Porto
Fotografia: Adrian Cooper
Desenho de Produção: Cláudia Minari
Direção de Arte: Chico Andrade
Edição: Willem Dias

Criado e editado por ju em 11:07 | pipoca?


TERRA ESTRANGEIRA
[Ou Definitivamente Dark Water Era Desnecessário]


"Não dorme não meu amor, que eu vou te levar pra casa..."



Por muitos anos eu procurei esse filme nas locadoras. Por muitas vezes eu deixei de vê-lo em cinemas alternativos aqui em São Paulo, por só ficar sabendo depois. Mas eis que o filme completa dez anos e é lançado em DVD e então se transforma no meu segundo nacional preferido, em termos de fotografia e direção de arte. Não que o filme todo seja uma feladaputice. Eu ainda acho, por exemplo, que a trilha poderia ser melhor, assim como algumas atuações, e também acho que o roteiro podia ser um tantinho melhor quando se trata do romance entre Paco e Alex. Não, o filme não é todo uma feladaputice, mas algumas cenas, abarrotadas de lirismo, são. E a cena em que Fernanda Torres canta "Vapor Barato" no carro, com Paco no colo, e depois a estrada, já esta na minha lista de preferidas.

Ficha Técnica
Título Original: Terra Estrangeira
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 100 min.
Ano de Lançamento (Brasil): 1995
Distribuição: Riofilme
Direção: Walter Salles
Roteiro: Marcos Bernstein, Walter Salles e
Daniela Thomas
Produção: Videofilmes Producoes Artisticas e Animatógrafo
Música: José Miguel Wisnik
Fotografia: Walter Carvalho
Desenho de Produção: Daniela Thomas
Figurino: Cristina Camargo
Edição: Felipe Lacerda e Walter Salles

Criado e editado por ju em 10:58 | pipoca?


A PROFESSORA DE PIANO
[ou O Que É O Ser Humano?]


"..."



Talvez um dos filmes mais perturbadores que eu já vi na vida, no sentido de ter me deixado sem saber o que pensar direito, e conseqüentemente sem saber o que escrever, mesmo agora, mais de um mês depois de ter visto. No entanto é preciso falar, pelo menos de Isabelle Huppert e sua atuação feladaputa [que ganhou o prêmio de melhor atriz em Cannes em 2001] e de Michael Haneke e sua direção idem. Fora isso, o resto, é tudo como uma facada no coração.

Ficha Técnica
Título Original: La Pianiste
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 131 minutos
Ano de Lançamento: 2001
Direção: Michael Haneke

Criado e editado por ju em 10:45 | pipoca?


O MÁGICO DE OZ
[ou Reprise Sabe Deus Que Número]



"There's no place like home"



Porque é um clássico. Porque as cores são lindas. Porque o cinema nos anos 40 era muito mais ¿mágico¿. Porque ouvir com o the Dark Side Of The Moon realmente faz sentido, se você começar do ponto certo. Porque eu acho que a viagem da Dorothy tem alguma coisa de sonhos lúcidos. E porque faz parte daquela categoria de filmes que eu vejo quantas vezes quiserem.
Seguem as curiosidades e aqui dá pra ver os cartazes [que na década de 40 também eram outra coisa].

- Ganhou 2 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original ("Over the Rainbow"). Foi ainda indicado em outras 4 categorias: Melhor Filme, Melhor Direção de Arte, Melhores Efeitos Especiais e Melhor Fotografia - Colorida.

- A MGM pagou a L. Frank Baum a quantia de US$ 75 mil pelos direitos de adaptação cinematográfica de seu livro, uma quantia recorde na época.

- O Mágico de Oz teve 4 diretores. Richard Thorpe iniciou as filmagens e rodou por várias semanas até ser demitido pelos produtores, que consideraram seu trabalho insatisfatório. Nenhuma das cenas rodadas por Thorpe foi incluída na versão final do filme. Ainda em busca de um diretor substituto, os produtores contrataram George Cukor como diretor temporário. Victor Fleming assumiu a direção logo em seguida, mas teve que abandoná-la após ser contratado para dirigir ...E o Vento Levou. Após a saída de Fleming, King Vidor foi contratado para rodar as sequências restantes. Vidor basicamente apenas rodou as cenas em preto e branco, situadas em Kansas.

- O roteiro de O Mágico de Oz foi escrito tendo em mente o ator W.C. Fields para interpretar o mágico de Oz, porém o produtor Mervyn LeRoy procurou antes Ed Wynn, que recusou o papel. LeRoy ofereceu então um salário de US$ 75 mil a Fields, que recusou e pediu US$ 100 mil. Foi a vez então do produtor recusar a oferta.

- Frank Morgan chegou a fazer um teste com uma maquiagem que deixava o Mágico de Oz parecido com o do livro de L. Frank Baum, mas esta foi descartada. Ocorreram mais 5 testes até se chegar à caracterização final do personagem.

- Inicialmente seria a atriz Gale Sondergaard quem interpretaria a Bruxa Má do Oeste, fazendo uma personagem glamourosa e sedutora como a bruxa má de Branca de Neve e os 7 Anões (1937). Posteriormente os produtores decidiram que a Bruxa Má do Oeste, assim como a grande maioria das bruxas, teria que ser também feia. Foi quando a atriz desistiu da personagem, por não concordar em aparecer feia no filme.

- Ray Bolger inicialmente foi escalado para interpretar o Homem de Lata. Foi após muita insistência do ator que ele conseguiu mudar de papel e interpretar o Espantalho, personagem o qual seu ídolo de infância, Fred Stone, interpretara em 1902.

- Buddy Ebsen, que inicialmente interpretaria o Espantalho, iria interpretar o Homem de Lata após a mudança pedida por Ray Bolger. Porém, como o alumínio usado na confecção da roupa do personagem era tóxico e gerava uma alergia em Ebsen, este teve que desistir do papel. No lugar de Buddy Ebsen foi contratado Jack Haley, que usou uma roupa que diminuía a inalação do alumínio por parte de quem a estivesse usando. Ao ser contratado Haley não sabia do efeito que a roupa causara em Ebsen, acreditando que este tivesse sido demitido pelo estúdio.

- Os produtores chegaram a cogitar a possibilidade de usar um leão de verdade no filme, com sua voz sendo dublada por um ator contratado.

- A cada um dos munchkins que aparecem no filme foi pago US$ 50 por semana, enquanto que ao dono do cachorro Totó foi pago US$ 125 por semana. Várias das vozes dos munchkins foram dubladas por cantores profissionais, já que muitos de seus intérpretes não sabiam cantar ou até mesmo não falavam inglês corretamente. De todos os munchkins apenas dois deles têm a voz real de seus intérpretes ouvida em O Mágico de Oz: a dos que entregam a Dorothy um buquê de flores, logo após sua chegada a Oz.

- A maquiagem usada por Bert Lahr para compôr o Leão o impossibilitava de comer objetos sólidos, sob o risco dela ser desfeita. Isto fez com que o ator apenas se alimentasse de sopas e milk-shakes durante boa parte das filmagens.

- A atriz Margaret Hamilton, intérprete da Bruxa Má do Oeste, teve que ficar afastada dos sets de filmagens por mais de um mês, após ter se queimado seriamente ao rodar a cena do desaparecimento de sua personagem da terra dos munchkins.

- A estrada de tijolos amarelos inicialmente seria verde. A mudança de cor aconteceu após uma das paralisações nas filmagens, quando ficou definido que a cor amarela seria a melhor a ser usada em um filme feito com Technicolor.

- A Bruxa Má do Oeste de O Mágico de Oz tem dois olhos, enquanto que no livro tem apenas um.

- A torre de uma base militar em West Point serviu de cenário para a torre da Bruxa Má do Oeste.

- Os cavalos do palácio da Cidade de Esmeraldas foram pintados com cristais Jell-O. As cenas em que eles aparecem tiveram que ser rodadas rapidamente, para evitar que os cavalos lambessem sua pele e removessem a tintura.

- Inicialmente O Mágico de Oz teria as presenças de Betty Haynes como a Princesa Betty de Oz e Kenny Baker, como seu amante. A dupla chegou a gravar com Judy Garland uma das canções do filme mas, após várias revisões do roteiro, acabaram ficando de fora do filme.

- Uma outra versão de "Over the Rainbow" chegou a ser gravada por Judy Garland, quando sua personagem estava encarcerada no castelo da Bruxa Má do Oeste. Durante sua realização a atriz começou a chorar espontaneamente, devido à tristeza da cena. Esta sequência terminou ficando de fora da edição final de O Mágico de Oz.

- O orçamento de O Mágico de Oz foi de US$ 2,7 milhões, sendo que o filme arrecadou US$ 3 milhões em seu primeiro lançamento nos cinemas.

- A Warner Bros. foi a responsável pelo relançamento do filme nos cinemas norte-americanos, em 1998.

Ficha Técnica
Título Original: The Wizard of Oz
Gênero: Musical
Tempo de Duração: 101 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1939
Estúdio: Metro-Goldwyn-Mayer
Distribuição: Metro-Goldwyn-Mayer / Warner Bros.
Direção: Victor Fleming
Roteiro: Noel Langley, Florence Ryerson e Edgar allan Woolf, baseado em livro de L. Frank Baum
Produção: Mervyn LeRoy
Música: Harold Arlen
Fotografia: Harold Rosson
Desenho de Produção: Malcolm Brown, William A. Horning e Jack Martin Smith
Direção de Arte: Cedric Gibbons
Figurino: Edwin B. Willis
Edição: Blanche Sewell

Criado e editado por ju em 10:26 | pipoca?


...E DUAS REPRISES JÁ COMENTADAS
[só porque eu adoro as fotos]



adeus lenin



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Criado e editado por ju em 10:11 | pipoca?